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Qualidade de vida começa na infância

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VI_plantaDos primeiros meses de vida ao longo das diferentes fases de crescimento o comportamento e as escolhas dos pais tem impacto direto no desenvolvimento da criança. E isso quer dizer se será saudável ou sujeita à doenças como obesidade infantil, diabetes, alergias e outras.

Outro fator importante: ainda na gestação é fundamental que as mamães busquem consumir uma gama de nutrientes – isso não significa comer por dois, como já conversamos em outras ocasiões, mas sim, significa que é preciso compreender que todo alimento consumido pela mãe passa para o bebê. Entendem como adultos tem influência direta na qualidade de vida das crianças?

Aquilo que plantarmos em nossos pequenos hoje – acreditem, é o que será colhido. Depois, quando adultos, eles podem se conscientizar e reverter hábitos alimentares nocivos, mas poderá ser mais penoso do que se isto tiver sido cultivado organicamente na criança.

A saúde dos filhos é uma das coisas mais importantes para os pais, por isso é preciso estar sempre consciente da importância de estimulá-los desde cedo a ter hábitos saudáveis. Antes de chegar a algum estado crítico como obesidade infantil ou colesterol alto, o melhor é ensinar seu filho desde pequeno a se alimentar corretamente, ou seja, temos que ser o melhor exemplo para eles. Nada de comer fast food a semana inteira e depois reclamar que ele só quer comer “porcaria”, já que é você quem está fazendo com que ele pense que essa é a maneira certa de se alimentar!Isso é algo que todos os pais têm que ter em mente, pois os dados são assustadores. A obesidade na infância chega a quase 20% entre meninos e meninas nessa faixa etária.

Precisamos entender que entre 1 a 3 anos e 7 a 12 anos é quando determinamos o número de afipócitos a serem carregados por toda a vida adulta, ou seja, uma criança obesa desenvolve um número maior de células adiposas e mesmo que consiga emagrecer na vida adulta, terá sempre uma tendência maior a engordar justamente por possuir uma capacidade de reservatório maior que um adulto que teve uma infância saudável. Querendo ou não, quando educamos “mal” uma criança, estamos definindo o futuro dela em relação à própria saúde!

É mais ou menos o terrível hábito que alguns pais têm ao deixar as crianças assistindo TV e jogando videogames ou mexendo na internet o dia inteiro. Tudo precisa de limites, e com a alimentação não é diferente! Não deixe que as birras tornem um motivo para que seus filhos tenham tudo o que eles querem, nem na hora que eles querem. Às vezes conhecemos famílias que dão doces e porcarias para que os pequenos não façam drama ou fiquem quietos, mas a cada balinha dada, é um passo a mais para uma vida cheia de riscos mais para frente, portanto prestem atenção no que vocês estão criando, literalmente! Experimente preparar refeições mais saudáveis com os alimentos que já estejam no cardápio da família, e vá incluindo aos poucos outros que sejam fontes de nutrientes. Se o seu filho não está acostumado a comer bem, utilize a técnica de uma boa apresentação de prato: vale inventar desenhos com a comida, pois não há nenhum problema em brincar com o alimento. Não podemos é brincar com a alimentação. Incentive a criançada a participar da montagem do lanche e dos pratos, se possível até na compra dos alimentos. É necessário que a família inteira esteja junta na causa, pois as crianças imitam o comportamento alheio. Se começarem a ver que os familiares levam uma vida saudável, praticam exercícios e ainda mostram o quanto isso é muito gratificante, é certeiro que as crianças imitem essas atitudes. Chegando em casa, peça para os seus pequenos ajudantes contribuírem na cozinha também. Crianças podem fazer coisas simples, como lavar frutas, legumes e verduras, quebrar os brócolis e a couve-flor, separar o feijão. Faça isso sempre que for cozinhar. Pequenos incentivos fazem sempre a diferença! Agora me conte, o que seu filho vai almoçar hoje?

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