Por anos, a creatina tem sido aclamada como um dos suplementos mais eficazes para ganho de força e desempenho físico. Mas o que poucos sabem é que ela também pode desempenhar um papel importante na saúde mental.
Um estudo recente, publicado em janeiro, mostrou que a creatina, quando combinada à terapia cognitivo-comportamental (TCC), trouxe melhorias significativas para pessoas com depressão grave!
A pesquisa acompanhou 100 participantes, divididos em dois grupos: um recebeu creatina diariamente e o outro, placebo. Após oito semanas, o grupo que suplementou creatina teve uma redução muito maior dos sintomas depressivos, com uma melhora média de cinco pontos na escala PHQ-9, que mede a gravidade da depressão. Mais de 24% dos participantes atingiram a remissão completa!
O estudo mostrou que a creatina não substitui a terapia, mas sim potencializa seus efeitos. Ou seja, ela pode ser um suplemento valioso para quem já está em tratamento e busca uma abordagem mais integrativa.
Mas o que faz a creatina ser tão promissora para o cérebro? Bem, ela é essencial para a produção de energia celular, e isso não se limita aos músculos – o cérebro também depende dessa energia, permitindo que ele trabalhe melhor.
Além disso, a creatina influencia na serotonina e dopamina, neurotransmissores cruciais para o bem-estar emocional e regulação do humor.
Importante destacar que pessoas que seguem dietas com pouca carne e peixe (principais fontes naturais de creatina) podem ter uma deficiência desse nutriente essencial! Isso inclui veganos, vegetarianos e até idosos, que tendem a ter uma menor síntese de creatina pelo próprio corpo.
🚨 E lembre-se: a depressão é uma condição séria e deve ser tratada com acompanhamento profissional! Suplementos como a creatina podem ajudar, mas não substituem um plano terapêutico adequado!
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Ref.: doi.org/10.1016/j.euroneuro.2024.10.004