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Compulsão: como lidar

Você sabe o que é ser compulsivo? Se considera um? O sinônimo de compulsão pode ser adicção, vício, vontade incontrolável. É muito comum condicionar essas atitudes a drogas ilícitas (cocaína, crack etc.) e lícitas (álcool e tabaco). Estes sem dúvida são produtos que podem levar à dependência física e, sobretudo, emocional. Porém, não são os únicos.

Você sabe o que é ser compulsivo? Se considera um? O sinônimo de compulsão pode ser adicção, vício, vontade incontrolável. É muito comum condicionar essas atitudes a drogas ilícitas (cocaína, crack etc.) e lícitas (álcool e tabaco). Estes sem dúvida são produtos que podem levar à dependência física e, sobretudo, emocional. Porém, não são os únicos.

Comer demais; se alimentar e jogar tudo pra fora (bulimia); não comer (anorexia); praticar exercícios em demasia; jogar; mentira (sim, há pessoas viciadas em mentir); amar demais; etc.

Não importa que nome se dê ao que você escolhe como alvo. Seja qual for a natureza da compulsão, ela desencadeia em nosso corpo, mente e espírito, a percepção que ele necessita de algo que na verdade pode viver tranquilamente sem.

Sabe quanto falamos sobre como os efeitos do açúcar branco sobre o cérebro são semelhantes aos do uso da cocaína? Muitos que recorrem a um ou mais subterfúgios podem estar na verdade tentando preencher alguma lacuna, resolver alguma questão emocional. Quantos de vocês diante do término de um relacionamento recorreram à comida, ao álcool ou simplesmente, não conseguiam mais comer?

A compulsão alimentar por exemplo. O que leva um indivíduo a este descontrole? Acontece que cada decisão que tomamos sobre alimentação é influenciada por questões que vão além da fome. Muitas vezes a “vontade de comer” é desencadeada por impactos emocionais, e fisiológicos que, muitas vezes, estão fora de nossa consciência e controle.

Percebemos que o ser humano tende a estar preparado para ser feliz, mas não para lidar com frustrações e traumas. Muitos migram para alguma atividade que lhes traga alívio. Entretanto, esta “sensação” é momentânea. Muitos até conseguem parar por determinado tempo, mas logo retomam velhos hábitos, porque não trataram a real causa de seus problemas.

Para romper os fios que ainda prendem a determinada compulsão (ou “ões”) é preciso primeiramente reconhecer esta fragilidade. Também é preciso identificar os “gatilhos” – ou seja, em quais circunstâncias você é levado a determinada atitude. Dar nome às coisas, reconhecer que precisa de ajuda, será o início da caminhada para reverter à situação e recomeçar uma nova história. Perseverança é possível!

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